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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Panasonic apresenta sua nova câmera superzoom


A câmera FZ35, da Panasonic, pode ser considerada um híbrido entre máquina fotográfica e filmadora digital. O modelo, anunciado nesta segunda-feira pela fabricante japonesa, tem 12,1 megapixels de resolução de imagens e faz vídeos em alta definição no formato AVCHD Lite.


Com design que lembra uma câmera D-SLR profissional, a FZ35 não economiza no zoom óptico, que atinge 18x. Se comparado com o zoom de uma câmera de filme 35 mm convencional, a FZ35 tem zoom de 27 a 486 mm, indo de cenas panorâmicas à aproximação em uma lente só.

A Panasonic diz que a transição entre os modos de fotografia e vídeo ocorre sem maiores problemas. O formato AVCHD Lite gera imagens em resolução de 720p. Os vídeos nesse formato, gravados no cartão de memória, podem ser vistos em televisores da mesma marca. Por meio de um cabo especial, dá para ligar a FZ35 em outros modelos de TVs também.

A FZ35 conta ainda com um novo modo de estabilização de imagens (Power O.I.S), que evita imagens tremidas, 27 modos de cena (incluindo configuração manual e Intelligent Auto, que ajusta automaticamente a câmera para capturar a melhor cena possível). Sua bateria recarregável, de acordo com a fabricante, dura até 470 cliques por recarga.
O modelo começa a ser vendido nos Estados Unidos em setembro pelo preço sugerido de U$ 399,99 e deve chegar nos próximos meses ao mercado brasileiro para substituir o modelo atual FZ28.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Celular Jet promete mais rapidez para navegar e ver vídeos


O Samsung Jet chega ao Brasil na próxima semana. Anunciado no mês de junho no exterior, o smartphone conta com um processador de 800 MHz (contra 620 MHz do iPhone 3G S, por exemplo) e promete ser mais rápido para executar tarefas como navegar na web e mostrar vídeos.


O Jét tem tela de 3,1 polegadas sensível ao toque feita com tecnologia AMOLED, que a deixa mais brilhante e com menor consumo de energia. O aparelho permite dar zoom em telas da internet com apenas um dedo e abre até cinco sites ao mesmo tempo.

A interface touchscreen, chamada de TouchWiz 2.0, permite seu uso de acordo com movimentos do celular ¿ como mover para a direita e acionar o tocador de MP3, e traz atalhos para redes sociais - Facebook e YouTube, entre outros.


A câmera do Jet tem resolução de 5 megapixels, som com qualidade SRS e DNSe e o aparelho, que vem com GPS integrado, ainda reproduz vídeos em formatos populares na web, como DivX e XviD. O Jet vem com 2 GB de memória interna. Na Inglaterra, o Jét custa em torno de 320 libras (equivalente a pouco menos de R$ 1 mil).

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Honda Niponsul recebe New Civic 2010


A Honda Niponsul já recebeu as primeiras unidades dos modelos New Civic 2010 em suas concessionárias. Dados da Fenabrave apontam o Civic como o modelo mais vendido em sua categoria no Brasil neste ano, acumulando 28.972 unidades vendidas – somente em junho, foram 6.292 modelos comercializados. Pedro Colares, gerente comercial da Niponsul, confirma a marca histórica, “junho foi o melhor mês de vendas da Niponsul e o modelo New Civic foi o de maior saída”. O Civic 2010 já está disponível para test drive nas duas lojas da Niponsul em Curitiba, no Parolin e no Alto da XV.



Sobre a Niponsul



Conhecida no mercado desde 1992, a Niponsul se destaca nos serviços oferecidos, que visam proporcionar total conforto ao cliente. O conforto e a agilidade estão no Leva e Traz, no agendamento de serviços e de test drive, além do call center, que tem o objetivo de medir a satisfação dos clientes, a fim de buscar a qualidade total na empresa. A Niponsul faz parte do programa Honda Conduz, que dá atendimento especial a portadores de necessidades especiais, agilizando a documentação para obtenção da isenção de IPI e ICMS na venda de veículos.

Estudo descobre que alimentação não tem efeito sobre autismo


Muitos pais colocam suas crianças autistas em dietas estritamente livres de glúten ou laticínios, convencidos de que problemas gastrointestinais são uma causa primária. Porém, um novo estudo sugere que as dietas complicadas podem não ser justificadas.



Pesquisadores da Mayo Clinic revisaram os registros médicos de mais de cem crianças autistas acima dos 18 anos, e os compararam a mais de 200 crianças sem a doença. Eles não encontraram diferenças na frequência geral de problemas gastrointestinais relatados pelos dois grupos, embora as crianças autistas sofressem com maior frequência de prisão de ventre e fossem comedores meticulosos (crianças muito exigentes em relação a sua comida), com maior dificuldade em ganhar peso.



O estudo, publicado na última segunda-feira no jornal "Pediatrics", é o primeiro a observar a incidência de problemas gastrointestinais numa população autista, segundo o primeiro autor do artigo, Samar H. Ibrahim, gastroenterologista pediátrico da Mayo Clinic.



"Até hoje, não existe um experimento provando realmente que uma alimentação livre de caseína e glúten melhore o autismo", disse Ibrahim. "As dietas não são fáceis de seguir e podem, algumas vezes, causar deficiências nutricionais".O estudo descobriu que a maioria das crianças, autistas ou não, sofria de problemas gastrointestinais comuns como prisão de ventre, diarreia ou vômitos. A alimentação meticulosa também era comum.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Alto consumo de laticínios na infância aumenta expectativa de vida, diz estudo


Crianças que consomem muitos produtos derivados do leite têm expectativa de vida maior, afirma um estudo.



Pesquisadores traçaram, 65 anos depois, o paradeiro de 4.374 crianças analisadas em por estudo nos anos 30 no Reino Unido.



Eles descobriram que as crianças que tinham alto consumo de laticínios e cálcio na infância mostraram maior resistência a derrames e outras doenças letais.



O resultado obtido por pesquisadores na Grã-Bretanha e na Austrália foi publicado na revista científica Heart. Apesar de laticínios conterem gordura e colesterol, o alto consumo dos produtos não aumentou os riscos de doenças cardíacas.



O levantamento analisou dietas familiares. As dietas ricas em cálcio e laticínios --sobretudo com alto consumo de leite-- diminuiu pela metade a mortalidade.



O consumo de pelo menos 400 miligramas de cálcio --presente em menos de meio litro de leite-- reduziu em 60% as chances de morte por derrame.



Os dados da pesquisa corroboram os níveis de consumo de laticínios sugeridos atualmente por especialistas. Para consumir a quantidade de cálcio sugerida diariamente, uma pessoa deve tomar um copo de 200 mililitros de leite, uma porção de iogurte e um pequeno pedaço de queijo.
Os cientistas acreditam que outros fatores podem ter influenciado os resultados da pesquisa. Por exemplo, as crianças que tinham consumo diário mais alto de cálcio vinham de famílias mais ricas, e tinham melhores hábitos alimentares. No entanto, eles sustentam que há indícios de que o alto consumo de cálcio é bom para a pressão sanguínea.



Equilíbrio

Alta pressão sanguínea contínua aumenta o risco de derrames. O consumo de laticínios pode influenciar o coração e a circulação através do hormônio IGF-1 (Indulin-like growth factor 1, em inglês), segundo os pesquisadores da Universidade de Bristol, da Grã-Bretanha, e do Queensland Institute of Medical Research, da Austrália.
Em adultos, atribui-se geralmente baixos riscos de doenças cardíacas ao alto nível de circulação do IGF-1.



A cientista Joanne Murphy, da Stroke Association, que não participou do pesquisa, avaliou: "este é um estudo interessante, mas nós precisamos observar mais para poder realmente ter ideia dos benefícios do leite na redução de probabilidade de morte por derrame."



"Enquanto isso, nós recomendamos que os pais escolham dietas ricas em frutas e vegetais e com pouca gordura saturada e sal para o bem-estar geral dos seus filhos."



Estudos anteriores tentaram mostrar ligações entre câncer e produtos laticínios. No entanto, não foi possível se chegar a resultados conclusivos. Algumas pesquisas mostraram que produtos derivados do leite levam a um aumento no risco de câncer, e outros mostraram o oposto.



BBC Brasil

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Grupo japonês explica como se desenvolve o casco da tartaruga


Combinando o estudo de embriões de tartaruga, galinha e camundongo com a análise de um fóssil de 220 milhões de anos foi possível agora a um grupo de cientistas explicar um dos mistérios da evolução biológica: como se desenvolve o casco das tartarugas.



Tartarugas, cágados e jabutis são os únicos vertebrados envolvidos por esse casco arredondado. Os cientistas da equipe de Shigeru Kuratani, do Centro Riken para Biologia do Desenvolvimento, de Kobe, Japão, mostraram como a carapaça é formada pela fusão das costelas e detalharam as mudanças nos ossos e músculos para que isso seja possível.



Uma hipótese dizia que essa estrutura teria surgido a partir da ossificação de placas dentro da pele. Mas havia problemas com essa ideia. Como explicar que essas placas ósseas se fundiam com as costelas? E por que as escápulas, ossos que nos outros vertebrados fazem parte do ombro, estão dentro, e não fora, da caixa torácica?



Kuratani e colegas não precisaram de nenhuma tecnologia revolucionária para comparar os embriões de camundongo, galinha e da tartaruga-de-carapaça-mole-chinesa (de nome científico Pelodiscus sinensis). Foram usadas ferramentas tradicionais do estudo da anatomia conhecidas faz um século.



Quando começa a gestação os embriões de vertebrados são muito parecidos, o que deixa claro como todos tiveram um ancestral comum. Mas, a um terço da incubação da tartaruga, seu embrião começa a apresentar características únicas.



As costelas migram para a região dorsal e uma parte da parede do corpo dobra sobre si mesma, criando a carapaça dérmica. No processo são aproveitadas as mesmas ligações entre osso e músculo comuns aos outros animais, e algumas novas são criadas.



Uma boa pista para o estudo foi a descoberta na China da mais antiga tartaruga fóssil, a Odontochelys. Ela é claramente um elo, uma forma intermediária entre animais sem casco e as tartarugas. A Odontochelys não tem carapaça, tem apenas a parte de baixo, o plastrão.



A equipe que descreveu o fóssil escreveu já em artigo no ano passado na revista "Nature" que a nova espécie mostra que o plastrão se desenvolveu antes da carapaça e que o casco das tartarugas não derivaria de placas ósseas.



O casco duro das tartarugas ajuda na sua defesa contra predadores. Mas por que ele surgiu? "O propósito último é às vezes pouco claro na evolução. Hoje, muitas das tartarugas modernas usam o casco como proteção. Mas, quando ele primeiro surgiu, eu não tenho ideia para que servia", disse Kuratani à Folha.



A Odontochelys só tinha proteção ventral. "Ela era um animal aquático e tinha um plastrão totalmente desenvolvido que oferecia proteção contra predadores vindos de baixo, o que é possível para organismos aquáticos, mas não para os terrestres", disse um dos autores do artigo sobre o fóssil na "Nature", Olivier Rieppel, da Universidade Northwestern, EUA.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Dor no pescoço pode ser sinal de tensão; veja sete dicas para aliviá-la


Segundo o ortopedista Gilberto Anauate, depois da dor nas costas, a dor no pescoço é campeã de reclamações nos locais de trabalho. Quem sofre de dor crônica nos Estados Unidos, por exemplo, tem até mesmo seus direitos garantidos com relação à diminuição de certas atividades e exigência de acomodação apropriada no ambiente profissional. Mas, para quem imagina que a principal causa seja a má postura, o médico diz que o problema pode ser emocional.



“A dor no pescoço, também chamada cervicalgia, não pode ser associada única e exclusivamente a um problema postural, como muitos imaginam. Por apresentar grande mobilidade em relação ao restante da coluna, a região cervical está mais sujeita a dores e contraturas musculares devido à friagem e, principalmente, episódios de alta tensão psicológica”, diz.



O ortopedista diz que o estresse pode ser o grande vilão da cervicalgia em grande parte dos casos. “Os músculos localizados atrás do pescoço têm de estar sempre tensos para suportar a parte de cima do corpo. Só que, quando eles trabalham além da conta, sofrendo contrações constantes de fundo nervoso, a dor é inevitável. Inclusive, pode ser irradiada para os ombros ou ainda resultar em dor de cabeça”.



Depois de um diagnóstico completo e acertado, detectando se a dor tem origem na friagem ou no excesso de ansiedade, o ortopedista orienta o paciente a buscar ajuda especializada. “Cada vez mais surgem recursos terapêuticos que podem amenizar o problema. O paciente poderá ser orientado tanto a fazer um tratamento à base de antiinflamatórios e relaxantes musculares, até a buscar terapias complementares, como a acupuntura. O ideal é que seja feita uma investigação personalizada”.



Anauate alerta que ninguém pode se “acostumar com a dor”, devendo prestar atenção aos sinais que o corpo emite regularmente. “Se a dor começar a irradiar para os braços, ou se o paciente começar a sentir ‘pinçadas’ no pescoço, é necessário uma investigação diagnóstica mais detalhada”.



Sete dicas para driblar a dor no pescoço


1ª) Agasalhe-se bem nos dias frios e evite tomar friagem;


2ª) Quem trabalha o dia inteiro diante do computador deve fazer pausas para movimentar ombros e pescoço lentamente, por alguns minutos, a cada duas horas. Esse hábito alivia a tensão que normalmente se acumula ao longo do dia;


3ª) Quem passa horas dirigindo deve usar, além do cinto de segurança, um encosto de cabeça devidamente ajustado ao corpo, mantendo os braços esticados e as mãos firmes no volante. Evite dirigir se a dor estiver muito forte;


4ª) Massagens suaves com óleos aromáticos ou antiinflamatórios em gel ou creme também contribuem para aliviar a dor;


5ª) Donas-de-casa devem se acostumar com novos hábitos na hora de se abaixar ou suspender objetos. É importante usar mais a força das pernas para abaixar ou se levantar.


6ª) Busque atividades de relaxamento para a mente e o corpo. Isso inclui terapias alternativas, hobbies, ou simplesmente se dar ao luxo de descansar mais;


7ª) Usar travesseiro é indicado. Mas a escolha deve recair sobre um modelo que não seja nem muito fino, nem muito grosso. O ideal é escolher um travesseiro que se encaixe direitinho entre a extremidade do ombro e o início do pescoço.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Óleo substituto da gordura trans também é nocivo, aponta pesquisa


Mesmo com menos gordura trans, alimentos industrializados ainda têm altos teores de gorduras saturadas -também danosas à saúde cardiovascular porque aumentam os níveis de LDL (colesterol ruim) no sangue. É o que aponta estudo feito na Unidade de Lípides do InCor e na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP.



O responsável é o óleo de palma, que confere características semelhantes às da gordura trans em alimentos, como textura crocante e maior durabilidade. Ele tem sido usado no Brasil como substituto da trans, após a decisão do Ministério da Saúde de obrigar a indústria a reduzir a quantidade desse tipo de gordura nos produtos. E já é largamente utilizado em outras partes do mundo onde a gordura trans foi banida.



No trabalho, publicado na última edição da "Revista da Associação Médica Brasileira", foram avaliados margarinas, biscoitos doces recheados, biscoitos salgados, batatas fritas e hambúrgueres.



"Esperávamos uma quantidade razoável de gordura saturada no hambúrguer porque ele tem carne. Mas nos surpreendemos muito com os outros produtos, que continham pouca trans, mas muita gordura saturada, que vinha do óleo de palma", afirma Ana Carolina Gagliardi, nutricionista e doutoranda em cardiologia pela Faculdade de Medicina da USP, responsável pelo estudo.



A batata frita e os biscoitos salgados e doces foram os que apresentaram a maior proporção de gorduras saturadas.



De acordo com Jane Show, engenheira de alimentos do Ital (Instituto de Tecnologia de Alimentos) e presidente da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos, as empresas têm diminuído os níveis de gordura trans de seus produtos. Em dezembro de 2008, o Ministério da Saúde e a indústria de alimentos definiram que a gordura trans deve ser reduzida até 2010.



"O consumidor não quer mais comprar produtos com trans. As indústrias passaram a usar o óleo de palma, que tem valores altos de gordura saturada. Não se proíbe o uso de gordura saturada, mas tem de estar declarada no rótulo", diz.
"Esquecidas"



Para Gagliardi, as gorduras saturadas ficaram "esquecidas" diante da preocupação com a do tipo trans. "O efeito deletério é similar. Alguns trabalhos dizem que não, mas os que falam bem do óleo de palma foram feitos em animais ou patrocinados por fabricantes. Pesquisas mais sérias apontam riscos parecidos", acrescenta.



Para outros especialistas, a gordura trans, além de aumentar o LDL sanguíneo, também reduz os níveis de HDL (colesterol bom) e, por isso, é mais perigosa do que as saturadas.
"Os produtos ficaram melhores, mas não é por isso que podemos comer à vontade. Deve-se ler o rótulo, saber que ainda são ricos em gorduras. Estão trocando um ingrediente que é duas vezes ruim por um que é uma vez só", diz a nutricionista Camila Gracia, do Setor de Nutrição Preventiva do HCor.