
O número de casos de gripe suína, confirmados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) praticamente duplicou nas últimas 24 horas e agora chega a 615 - incluindo 17 mortes - em 15 países.
Só o México reportou 397 casos confirmados de infecções humanas causadas pelo novo vírus, sendo que 16 deles derivaram em morte, informou a OMS. O aumento de 241 casos, na comparação feita com os números divulgados sobre o México horas antes, aconteceu porque saíram os resultados de mostras que tinham sido enviadas a laboratórios para análise.
Os Estados Unidos informaram oficialmente de 141 casos, incluindo a morte de um bebê de 23 meses, que era mexicano e passava férias no Texas.
Israel, Itália e Espanha também anunciaram hoje casos confirmados de gripe suína.
Em sua apuração, a OMS não leva em conta os casos confirmados em laboratórios que não lhe foram notificados oficialmente, e por isso os números da organização sempre são menores que os dados divulgados pelos governos.
A organização reiterou que não recomenda a restrição de viagens regulares e o fechamento de fronteiras. Porém, disse considerar "oportuno que as pessoas doentes adiem viagens internacionais" e que aqueles que desenvolvam sintomas e tenham estado no exterior recentemente busquem atendimento médico.
Além disso, a OMS "assegurou que não há risco de infecção por comer carne de porco bem cozida ou produtos provenientes desse animal".
A OMS insistiu também em seus conselhos para que as pessoas reforcem as medidas de higiene pessoal, especialmente lavar as mãos mais frequentemente com sabão.
Hong Kong
Após confirmar o primeiro caso de infectado por gripe suína em seu território, as autoridades de saúde de Hong Kong pediram calma à população.


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